... e quando eu deixei de acreditar no amor, me vem você, sorrindo e engasgando palavras de açúcar... realizando sonhos que eu tinha até enquanto dormia...
terça-feira, 27 de dezembro de 2005
domingo, 16 de outubro de 2005
Fique bem, titia... porque a Gigi ama você e precisa de sua presença maternal!
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GiGi
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domingo, outubro 16, 2005
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sábado, 15 de outubro de 2005
Cada qual no seu lugar!
Ontem não foi fácil.
Foi estranhamente divertido, uma noite de poucas horas que se dobravam e não acabavam... até que amanheceu... puxa, como foi difícil caminhar até a casa de Andrea. Cambalear não é bonito.
Casa de amigos, Arco, Baratotal... muitas pessoas e conversas que não me lembro ao certo. Risos muitos! Cerveja derrubada na calça, passos trôpegos ao banheiro. E uma banda tocava um rock country... e nem me importei com isso!
Depois ao amanhecer, depois de toda essa viagem pelo mundo do vinho, o telefone toca e escuto a linda voz! Que maneira deliciosa de começar o dia.
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GiGi
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segunda-feira, 26 de setembro de 2005
empirismo desconhecido
Hoje a nostalgia do deconhecido me pegou novamente pelos pés...
Um dia que mal vi a cara da rua...
Pensei novamente em fugir...
Corrercorrercorrer... Que saudade daquele que ainda não veio me levar e me mostrar coisas as quais já sabia que conhecia de algum lugar bendito e saudoso de épocas sem distinção e só saudade saudade saudade do muito prazer meu nome é giovana e o seu ah eu já sabia de onde não sei vamos que eu tenho pressa... Corrercorrercorrer
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GiGi
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segunda-feira, setembro 26, 2005
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quarta-feira, 21 de setembro de 2005

E por mais que tentamos socorrer aquilo que delicado cai ao chão, nada fazemos senão apenas adiar seu triste pouso...
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terça-feira, 20 de setembro de 2005
Será?
Eu Sou Neguinha?
Caetano Veloso
Eu tava encostado ali minha guitarra num quadrado branco, vídeo papelão eu era um enigma, uma interrogação olha que coisa mas que coisa à toa, boa, boa, boa, boa, boa eu tava com graça...tava por acaso ali, não era nada bunda de mulata, muque de peão tava em Madureira, tava na Bahia no Beaubourg, no Bronx, no Bráse eu, e eu, e eu, e eu a me perguntareu sou neguinha? era uma mensagem lia uma mensagem parece bobagem mas não era não eu não decifrava, eu não conseguia mas aquilo ia, e eu ia, e eu ia, e eu ia, e eu ia eu me perguntava era um gesto hippie, um desenho estranhohomens trabalhando, para e contramão e era uma alegria, era uma esperança era dança e dança ou não, ou não, ou não, ou não, ou não tava perguntado:eu sou neguinha? eu sou neguinha? sou neguinha.......eu sou neguinha? sou neguinha.......eu tava rezando ali completamente um crente, uma lente, era uma visão totalmente terceiro sexo totalmente terceiro mundo terceiro milênio carne nua, nua, nua, nua, nua, nua era tão gozado era um trio elétrico, era fantasia escola de samba na televisão cruz no fim do túnel, beco sem saídae eu era a saída, melodia, meio-dia, dia, dia, dia era o que eu dizia:eu sou neguinha? mas via outras coisas: via o moço forte e a mulher macia den’da escuridão via o que é visível, via o que não via e o que poesia e a profecia não vêem mas vêem, vêem, vêem, vêem, vêem é o que parecia que as coisas conversam coisas surpreendentes fatalmente erram, acham solução e que o mesmo signo que eu tento ler e ser é apenas um possível e o impossívelem mim, em mil, em mil, em mil, em mil e a pergunta vinha: eu sou neguinha?
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terça-feira, setembro 20, 2005
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segunda-feira, 19 de setembro de 2005
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quinta-feira, 18 de agosto de 2005
Leiam palavras de um semi-deus...

GRAMÁTICA
LUIZ TATIT
O substantivo é o substituto do conteúdo
O adjetivo é a nossa impressão sobre quase tudo
O diminutivo é o que aperta o mundo e deixa miúdo
O imperativo é que aperta os outros e deixa mudo
Um homem de letras dizendo idéias sempre se inflama
Um homem de idéias nem usa letras faz ideograma
Se altera as letras, esconde o nome, faz anagrama
Mas se mostra o nome com poucas letras é um telegrama
Nosso verbo ser é uma identidade mas sem projeto
E se temos verbo com objeto é bem mais direto
No entanto falta ter um sujeito pra ter afeto
Mas se é um sujeito que se sujeita ainda é objeto
Todo barbarismo é o português que se repeliu
Um neologismo é uma palavra que não se ouviu
Já o idiotismo é tudo que a língua não traduziu
Mas tem idiotismo também na fala de um imbecil
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quinta-feira, agosto 18, 2005
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quarta-feira, 10 de agosto de 2005
Contra O Tempo
Rita Ribeiro
Composição: Vander Lee
Corro contra o tempo pra te ver
Eu vivo louco por querer você
Ôôô, morro de saudade a culpa é sua
Bares, ruas, estradas, desertos, luas
Que atravesso em noites nuas
Ôôô, só me levam pra onde está você
O vento que sopra meu rosto cega
Só o seu calor me leva
Ôôô, de uma estrela pra lembrança sua
(...)
Ôôô, todo acaso finda em seu sorriso nu
Na madrugada uma balada soul
Um som assim meio rock n' roll
Ôôô, só me serve pra lembrar você
Qualquer canção que eu faça tem sua cara
Rima rica, jóia rara
Ôôô, tempestade louca no Saara
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quarta-feira, agosto 10, 2005
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A Tempo
Quando você me perguntar talvez eu saiba lhe dizer à respeito do laço que meus olhos amarraram sua imagem à cores e em cheiros que moram em minha santa necessidade de ti.
E queira você saber do meu prestimoso véu o qual desfolharei às lembranças do que fomos e seremos num festejar de firmamentos.
Mas se eu não souber lhe dizer descodifique a mensagem através das batidas ritmadas do meu coração.
há problema no calar?
E se não queira saber por mim um dia quererá saberá e caberá por si.
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terça-feira, 9 de agosto de 2005
Dois Lados
Não guardo em meu poema o brio
nem esqueço de aquecer meus versos.
Há muito corro de encontro à sorte
do impacto guardarei apenas as flores.
Minha consciência divorciou-se do escrúpulo
e pede indenização pelos atos não realizados.
A questão apresentou-se clara
primeiro resolva-se para depois despir-se.
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terça-feira, agosto 09, 2005
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quinta-feira, 21 de julho de 2005
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quarta-feira, 20 de julho de 2005
Jun/04
Meu momento Simbolista...
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terça-feira, 19 de julho de 2005
A Dona do Drama

A novela mexicana que iniciará em breve no Pequenos Contos Psicodélicos, que como um bom drama tem morte no final... e não foi a mocinha quem morreu ;)
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segunda-feira, 18 de julho de 2005
Luciana Mello
Que tal abrir a porta do dia-a-dia
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Bom dia, dia bom!
"Tarde cinza é não te ver
Oceano, te olhar
Sudoeste quer dizer
Chuva de vento no mar"
( Leila Pinheiro / Ciclovia)
"Chega de tolas fugas.
Te pertenço
Te possuo
Te encorajo
Te seduzo...
O conflito está em que:
Quanto mais te livro
Mais te prendo.
Quanto mais te salto
Mais me pulo."
Belo poema de Alexandre Beanes, gentilmente cedido para enfeitar meu blog... né, Bê?
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domingo, 17 de julho de 2005
Incertezas, apenas.
Acho que quando as palavras se calam é porque os sentimentos se transformam e se embrulham na cabeça, no coração e no estômago. Acho...
Acho que enquanto eu penso e me reviro, o mundo gira rápido demais me trazendo a sensação de uma labirintite quase lírica. Acho...
Acho que chegou a hora de jogar a mochila nas minhas costas, antes que elas fiquem frágeis demais para agüentar o peso que eu tenha que carregar. Acho...
Acho que dançar é a expressão corporal mais autêntica, mas dançar sem esperar é sinal de má sorte. Acho...
Acho que está faltando borboleta no meu jardim, talvez tenha a ver com o fato de eu ter plantado apenas cactos. Acho...
“Acho que o tempo anda passando a mão em mim... Acho que o tempo anda me comendo, e se é pra me comer que seja com o meu consentimento.”
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sexta-feira, 15 de julho de 2005

Toda mulher quer ser amada,
Toda mulher quer ser feliz,
Toda mulher se faz de coitada,
Toda mulher é meio Leila Diniz
Nando Reis
Eu não quero mais mentir
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quinta-feira, 14 de julho de 2005
Bonito? Não! Lindo...
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